Saiba as oito recomendações da Anatel para o momento de crise

No último dia 15, a Anatel enviou um ofício para as prestadoras de serviços de telecomunicação do país com recomendações a serem seguidas durante a atual expansão da epidemia do novo coronavírus.

As 8 medidas propostas têm como intuito facilitar o acesso à internet, considerando que muitas empresas, escolas e universidades estão adotando medidas de isolamento social, como home office e aulas à distância. Também há a preocupação de que a população tenha acesso a informações relativas a saúde, e lazer durante o período de quarentena.

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Nesse momento, o uso doméstico de internet pode aumentar consideravelmente, e é importante que seu provedor esteja preparado para não sofrer ainda mais impactos com a crise. No entanto, é importante observar que se tratam de recomendações, e que sua implementação depende também do que é mais adequado para o perfil de cada empresa (grandes, médios e pequenos provedores).

Segue abaixo a lista de medidas propostas pelo plano de ação da agência:

1

– providências para acesso zero rating ao aplicativo móvel desenvolvido pelo Ministério da Saúde, o Coronavírus-SUS;

2

– medidas de ampliação de acesso a não assinantes (como liberação de redes Wi-fi em determinados locais públicos);

3

– medida de ampliação de velocidade de conexão nos acessos fixos à banda larga;

4

– promoção de campanhas publicitárias para divulgação de informações referentes à COVID-19, em especial com replicação daquelas realizadas pelo Ministério da Saúde;

5

– definição de plano de ação para garantia da estabilidade técnica do sistema, no sentido de se evitar degradação de qualidade decorrente de ampliação súbita da demanda, no âmbito do Grupo de Gestão de Riscos e Acompanhamento do Desempenho das Redes de Telecomunicações (GGRR);

6

– flexibilização nos prazos de tratamento de casos de inadimplência por parte dos consumidores em áreas sob restrições de deslocamento;

7

– medidas de priorização no atendimento a solicitações de reparos em estabelecimentos de saúde e serviços de urgências;

8

– aprimoramento na gestão interna das prestadoras em relação à força de trabalho própria e terceirizada, no sentido de divulgação de práticas de higiene e restrição de aglomerações no atendimento pessoal ao público externo e nos ambientes de call center.

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