#DicasOZmap | O que o Loki considera na viabilidade

Tanto no modo de viabilidade por postes quanto na viabilidade por raio, o Loki possui critérios para mostrar quais caixas estão disponíveis para venda, você sabe quais são eles?

Os principais ajustes referentes aos critérios de viabilidade do Loki são realizados através das Configurações de Projeto e Configurações de Sistema, porém, antes disso, precisamos conhecer os parâmetros gerais do sistema. O primeiro parâmetro utilizado para que uma caixa seja disponibilizada no Loki será o seu estado de implantação. Caso a caixa esteja como “Em projeto” não será possível vender suas portas pelo Loki, porém assim que for trocada para “Não implantada”, “Implantada” ou “Certificada” ela já deverá ficar disponível.

Também não aparecerão no sistema as caixas sem equipamentos que permitam conexão com o cliente. Para fazer a venda é necessário que exista dentro da caixa um conector, fusão, switch ou splitter de atendimento, permitindo a conexão do cliente.

Ao tratarmos de caixas com todas as suas portas de atendimento ocupadas, podemos encontrar duas situações: no caso da viabilidade por raio, a caixa não será mostrada no mapa, assim como no caso da viabilidade por postes onde existem outras caixas disponíveis na região, entretanto ao tratarmos deste modo de viabilidade, também é possível encontrar a mensagem de “Viabilidade negada”, que irá aparecer quando existe apenas uma caixa na distância estabelecida e todas as suas portas estão cheias.

As três situações mencionadas acima podem ser motivos para que uma caixa não seja disponibilizada para a venda, porém também devemos considerar as configurações ativas. Vamos começar a entendê-las a partir da aba das “Configurações de sistema”.

A primeira que iremos tratar é quanto ao raio de busca. Através da seção “API”, você consegue estabelecer uma metragem máxima para fazer a busca por caixas, postes, condomínios e imóveis a partir da localização do cliente, se o equipamento estiver fora desta distância não será possível encontrá-lo para realizar a venda. No caso do exemplo abaixo, serão retornadas somente as estruturas que estejam no máximo a 150 metros do meu cliente.

Em seguida, temos as configurações do Loki:

1. A primeira opção serve para estabelecer uma quantidade máxima de caixas que poderá ser exibida no mapa ao pesquisar um endereço. Se o valor definido for 3, por exemplo, o sistema irá mostrar apenas as 3 caixas mais próximas do ponto pesquisado, mesmo que dentro desse raio existam, por exemplo, 5 caixas. Isso facilita muito na hora de escolher a caixa livre ideal com o menor drop possível. Essa configuração vale tanto no modo de viabilidade por raio quanto por poste.

Caso o máximo de caixas no raio de busca não tenha nenhum valor definido, o sistema exibe todas as caixas que estão dentro do raio de busca setado, mas cuidado, ter muitas caixas disponíveis para os vendedores pode confundi-los de alguma forma ou até mesmo dar margem para escolhas onde o drop possa ser muito maior do que ideal.

2. Ao falarmos de viabilidade por raio estamos considerando as caixas mais próximas que estão dentro do raio de busca e que possuem algum equipamento que permite conexão com o cliente dentro, porém existe um detalhe muito importante, o desenho do drop será sempre criado em linha reta até a caixa, a não ser que o vendedor desenhe o drop selecionando a seguinte opção:

Desenhar o drop manualmente é uma opção caso não tenhas postes documentados na sua rede. Se você tiver, é recomendada a utilização da viabilidade por postes.

3. Ao tratarmos da viabilidade por pos1tes, podemos identificar algumas características individuais na hora de fazer a viabilidade. Neste modo, serão consideradas as adjacências para fazer o trajeto do drop automaticamente e uma de suas características é que é possível estipular um tamanho máximo para este cabo e, se o cálculo da metragem do drop do cliente até a caixa ultrapassar o tamanho permitido, esta caixa não irá aparecer como disponível para venda. Essa configuração é ativada nas “Configurações de Projeto”, então é necessário primeiramente abrir o projeto que deseja configurar e logo após a aba das configurações, isso permite que o tamanho máximo do drop varie de acordo com o projeto, se adequando com a necessidade de cada região.

Uma das características deste modo de viabilidade são os postes que permitem ou não a venda de acordo com o seu tipo. Ao iniciar uma venda, é necessário escolher um dos postes próximos ao cliente para que seja feito o caminho do seu drop, porém os postes disponibilizados para venda deverão seguir o critério de estar dentro do raio estipulado e seu tipo deverá ter habilitada a opção “Permitir venda”. Essa opção desativada para o tipo de poste irá indicar que não será possível utilizar nenhum dos postes pertencentes a ele para fazer a passagem do drop do cliente, sendo assim, eles não aparecerão no Loki, mesmo que estejam dentro do raio estabelecido.

4. Logo abaixo temos a ferramenta de considerar a porta ocupada por imóvel como porta livre. Ao deixar essa opção marcada, o sistema disponibilizará para a venda as portas ocupadas por imóveis dentro das caixas, ou seja, se dentro da minha caixa ainda existe um imóvel conectado, sua porta estará contando como disponível para a venda, ao realizá-la, o sistema irá desconectar o imóvel da porta e colocar o novo cliente.

5. Por último, temos a ferramenta de considerar condomínio horizontal, marcar essa opção fará com que ao buscar a viabilidade, se o endereço pesquisado estiver dentro da área do condomínio, o sistema isolará apenas as caixas pertencentes a sua área, diminuindo a possibilidade de realizar uma viabilidade incorreta.

Pronto! Agora você já sabe todos os detalhes que o Loki considera na viabilidade.

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